Centro de Documentação do diario El Mercurio
“El Mercurio” é o Decano, não somente da imprensa do Chile, como também de toda região de idioma Espanhol... Leia mais
Sucessos em projetos de digitalização
Maio de 2007 a Fevereiro de 2008 – Projeto INP (Instituto Nacional de Previsión) digitalização de 11.500.000 imagens de documentos... Leia mais
“El Mercurio” é o Decano, não somente da imprensa do Chile, como também de toda região de idioma Espanhol, de fato é o mais antigo em seu gênero que segue publicando dia a dia.
Porém, a antiguidade não é suficiente para manter-se em uma posição tão alta de prestígio no decorrer de anos. Junto com o passar dos anos, deve juntar tambem a presença dos avanços tecnológicos ao serviço, neste caso, de um meio de comunicação destinado a informar, educar e entreter.
É neste contexto que a direção da empresa jornalística do El Mercurio decidiu em 1976 que o então tradicional “Arquivo” se transformasse num “Centro de Documentação”, incorporando paulatinamente a sua estrutura dois novos elementos que, no decorrer de poucos anos, se constituiu na coluna vertebral do sistema: a Computação e a Microfilmagem.
Desde 1976 aos días atuais, encontra-se encabeçando o Centro de Documentação do El Mercurio (CDEM), o Advogado Guillermo Canales, com uma experiencia previa de anos de trabalho no Escritorio de informações do Senado.
Tomada a decisão por parte dos executivos da empresa de levar adiante as modernizações necesarias, uma equipe de especialistas em varias áreas, entre eles o próprio Senhor Canales, viajou aos Estados para conhecer em campo a aplicação e funcionalidade dos diversos sistemas de armazenamento de informações, sempre tendo em conta as necessidades especificas do El Mercurio e dos jornais da rede de diarios regionais.
Don Guillermo Canales visitou os centros de documentação de famosos diarios norte americanos, entre outros, The New York Times, The Philadelphia Inquier, Chicago Tribune, Los Angeles Times e Boston Globe. E mais ainda, Guillermo Canles ficou um tempo trabalhando neste último, tal como se fosse um dos membros do staff de documentação, conhecendo assim as vantajens e dificuldades do sistema.
Após dos estudos pertinentes, no El Mercurio iniciou-se a aplicação da Computação e a Micrografia como sistemas de armazenamento de informação.
A tarefa foi realizada em dois sentidos. Por uma parte processar a informação atual, ao mesmo tempo que simultáneamente recuperou-se informação ja armazenada no arquivo antigo, desde 1923 e pelo espaço de quase 60 anos. Este ultimo significou uma revisão de aproximadamente 3 milhões de informações, crônicas, artigos, comentarios e etc., todo qual, antes de um trabalho de reclassificação, foi debidamente microfilmado, como tambem ingressado as respectivas listas do sistema computadorizado.
Em relação ao trabalho atual, no CDEM, são processados diariamente na orden de 500 informações, as que têm suas fontes em todos os diarios que são editados em Santiago, além de uma centena de revistas nacionais e publicações extrangeiras, muitas delas referentes a temas especializados.
É assim que hoje o CDEM tem em torno de 12 mil microfichas com temas clasificados, os quais, contem mais de 800 mil recortes jornalísticos. Estima-se que atualmente o CDEM dispõe de aproximadamente 800 mil fotogramas, resultado básico das microfilmagens diária a partir de 1983, como também do trabalho de recuperação e organização da informação existente do período 1970-1983. Lógicamente todo material microfilmado é factível de ser recuperado a partir de um sistema mixto.
O CDEM é um “ajuda memoria” para os jornalistas da empresa que trabalham não somente nos diarios, senão em todas as publicações dos mesmos, muito particularmente os suplementos e edições especiais. Os profissionais, graças a integração de automação e microfilmagem de numerosos documentos, estão capacitados para encontrar em poucos segundos a informação que faltava de uma partida definitiva de uma final de um campeonato de futebol, por exemplo, ou a porcentagem de inflação num determinado ano e etc. Tudo graças ao trabalho de uma dezena de profissionais, entre os quais, advogados, bibliotecarios, documentistas e outros, hoje em dia existe um importante volume microfilmado de informação jornalística e documental.
Como amostra, todo arquivo de recortes jornalísticos de um ano, com seus recortes originais, esta contido em 15 kardex, com 4 gavetas cada um, ocupando um comprimento de 15 metros.
Toda esta microfilmagem, esta sobre o escritorio do CDEM, com chaves em uma caixa que tem apenas trinta centímetros de comprimento. Junta-se uma terceira vantagem a microfilmagem jornalística: os originais não se estragam e se mantêm em um bom estado de conservação.
Deste modo, quem requer uma informação existente a respectiva microficha, a única desses varios visores existentes no CDEM – um deles entrega cópia dos originais e tem al alcance de suas necessidades a informação requerida.
E quando voce um dia destes tiver em suas mãos o El Mercurio ou algum dos varios diarios da rede é muito provavel que a informação que esteja lendo tenha sido enriquecida pelo jornalista que a redigiu após haver recorrido a algum microfilme do CDEM, com o objetivo de informa-lo mais e melhor.
phone: 55 11 3384 9991
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